Hohenpeissenberg

Fabian Driehorst, Frédéric Schuld
03min00s | Alemanha | 2011 | Experimental

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Sinopse

Um carro pega fogo diante dos Alpes. Engolindo a própria fumaça, ele desaparece. A expectativa de percepção e de espaço se inverte.

Ficha técnica

direção Fabian Driehorst, Frédéric Schuld
produção Fabian Driehorst
edição n/a
roteiro n/a
música n/a
elenco n/a

Sobre o diretor

Fabian Driehorst, Frédéric Schuld

Fabian Driehorst nasceu em 1982 em Gifhorn, na Alemanha. Desde 2006, cursa Cinema e Arte na Academia de Artes Midiáticas (KHM) de Colônia, na Alemanha. Filmografia: 2009 | Reborn - Real Life Babies, 4 min. Frédéric Schuld nasceu em 1985 em Düsseldorf, na Alemanha. Desde 2006, cursa Cinema e Arte na Academia de Artes Midiáticas (KHM) de Colônia, na Alemanha. Filmografia: 2006 | Puntland, State of Somalia, 45 min. 2011 | Dogs, 6 min.;Global Enemies (Kemo & Lynx), 4 min. Final Approach, 5 min.

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Comentários

Denis Leroy [membro do júri]

09/01/2012 06:00:25

Hohenpeissenberg: gosto do contra fluxo, da falta.

Tête Tavares [membro do júri]

08/01/2012 21:26:56

Hohenpeissenberg: em razão simplicidade, o filme consegue captar a atenção e impulsionar a imaginação do espectador: o que aconteceu com esse carro? existem vítimas deste acidente? quantos acidentes acontecem todos os dias em nossas cidades? porque escolhemos o carro como nosso principal meio de locomoção? até quando veremos cenas como essa?

Gustavo Santos [membro do júri]

07/01/2012 02:38:52

Hohenpeissenberg: estética pela estética. falta *mojo*

Patricia Moran [membro do júri]

05/01/2012 18:21:43

Hohenpeissenberg: quantos carros cabem em um carro? ver o movimento.

Francisco Cesar Filho [membro do júri]

05/01/2012 17:51:24

Hohenpeissenberg: uma vinheta que desperta certa curiosidade - ne malhor das hipóteses...

Marcelo Ikeda [membro do júri]

05/01/2012 10:08:13

Hohenpeissenberg: um carro explode (implode) num cenário como se fosse um tableau. mais de 100 anos antes os lumières fizeram demolição de um muro. ali, como em todo o cinema dos lumière, o que importava era o que o homem fazia da natureza, ou seja, consigo mesmo. aqui os alemães parecem mais preocupados com o espetáculo. de qualquer forma, as nuvens de fumaça se fundem às nuvens do fundo. há céu mas não há fogo. é de mentirinha. existe violência então aqui?

Bruno Morais [membro do júri]

03/01/2012 21:15:04

Hohenpeissenberg: as nuances e desenhos da fumaça e do fogo tendo o alpes como fundo, é simplesmente, foda!

Marcelo Bressanin [membro do júri]

02/01/2012 13:56:35

Hohenpeissenberg: como exercício visual, ok, bem conduzido. mas só.

Marcus Bastos [membro do júri]

31/12/2011 17:57:19

Hohenpeissenberg: raro filme em que o efeito agrega conceito. imagem potente do caos maquínico que transita pela sociedade dos veículos.

Cristiane Mesquita [membro do júri]

25/12/2011 22:22:09

Hohenpeissenberg: de volta ao futuro. always e cada vez mais

Sávio Leite [membro do júri]

23/12/2011 14:21:05

Hohenpeissenberg: pequeno libelo poderoso que serve apenas pela imagem. creio que o uso do efeito é totalmente justificado. a fumaça cria desenhos na paisagem linda e impassivel. um efeito so possivel pelo poder do cinema de manipular o que é visto, de onde terá caido esse carro? hoje em dia o signo do carro representa morte causada principalmente por motoristas inescrepulosos que bebem e barbariza sobre quatro rodas. esse filme é um pequeno "manifesto" de uma sociedade lotade de carros

João Dudená [membro do júri]

22/12/2011 12:21:07

Hohenpeissenberg: a espera pelo início!

Roberta Canuto [membro do júri]

18/12/2011 21:54:53

Hohenpeissenberg: bacana, um efeito super manjado, mas bem conduzido, e com edicao de som bacana. mas e de fato a imagem pela imagem

Sebastião Miguel [membro do júri]

07/12/2011 19:41:33

Hohenpeissenberg: uma vez implantado, o irresistível ciclo da vegetação- onde a morre simplesmente adubava o processo do renascimento- parecia prometer a verdadeira imortalidade nacional. até os incêndios, que podiam devastar as encostas verdes (como há alguns anos devastaram no sul do monte carmel, promoviam o ciclo natural de renovação, conquanto aferassem apenas a superficie. não admira que algumas das primeiras árvores plantadas nas povoações pioneiras do litoral palestino fossem eucaliptos importados, que não só fixaram as dunas, como ainda assentaram tubérculos lenhosos nas profundezas do solo, os quais, por sua vez, não só resistiam ao fogo, como ainda se tornavam mais robustos e vigorosos com as chamas da superfície:. desvio e leitura para esse vídeo via simon schama- paisagem e memória.

Elisa Resende [membro do júri]

04/12/2011 16:25:42

Hohenpeissenberg: um pequeno vídeo, uma imagem forte. silencioso e agudo ao mesmo tempo. a sinopse nos diz alpes. mas poderia ser afeganistão, iraque... londres.

Cássio Brasil [membro do júri]

29/11/2011 12:32:24

Hohenpeissenberg: eu adoro esse trabalho! vi pela primeira vez na abertura do fluxus no sesc pompéia - sp. de lá pra cá sempre passo por ele....

Paulinho Saturnino Figueiredo [membro do júri]

17/11/2011 11:53:42

Hohenpeissenberg: uso criativo e vertiginoso de um efeito manjado, produzindo inesperada ansiedade no espectador, inclusive pela curiosa inversão da propagação sonora do fogo.

Nelio Ribeiro [membro do júri]

08/11/2011 16:06:50

Hohenpeissenberg: ai !

Anna Flávia Dias Salles [membro do júri]

07/11/2011 16:21:06

Hohenpeissenberg: o efeito, tão usado desde os primórdios do cinema, é legal. pena que o conceito do filme é que esteja descalçado, a meu ver, sem um apoio ou contexto que não o do efeito em si. e por si.

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