Luz

Licht

Andre Schreuders
15min00s | Holanda | 2010 | Ficção

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Sinopse

Uma velha senhora coloca algumas roupas em uma mala, põe seu peixe em um saco plástico e parte a pé para esperar a morte em um monastério. Ao longo de sua solitária jornada, ela tem alguns encontros breves porém intensos. Realista e metafórico.

Ficha técnica

direção Andre Schreuders
produção Claartje Opdam, Andre Schreuders
edição Andre Schreuders
roteiro Andre Schreuders
música n/a
elenco Leny Breederveld

Sobre o diretor

Andre Schreuders

Após estudar Filosofia e Administração, desenvolver uma breve carreira em planejamento urbano e participar de diversos cursos de Fotografia, Roteiro e Teoria Cinematográfica, André Schreuders trabalha desde 2001 como diretor, roteirista, câmera e editor de filmes poéticos e filosóficos de documentário e ficção. Além disso, em sua empresa AS Film, ele produz filmes de baixo orçamento. Filmografia: 2001 | Bij Vlagen, 4 min. 2004 | Wachters, 5 min. ; Pyanie Angel, 18 min. 2003 | De Wachter, 27 min. 2005 | Vroeger, toen de wind nog vurig was, 3 min. 2006 | New World Movements, 7 min.; over Fenomen & Existenties No.3 , 11 mn. 2007 | Uit het hart van Odessa, 59 min. 2009 | Manifesto for a free fall, 12 min.

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Comentários

Roberto Moreira dos Santos Cruz [membro do júri]

09/01/2012 00:21:33

Luz: o filme merecia uma mise en scene mais adequada ao argumento. se fosse mais metafórico funcionaria melhor. a atriz tb poderia ser mais idosa.

João Dudená [membro do júri]

08/01/2012 21:34:22

Luz: a hora de parirtir? qual a hora de se retirar?

Gustavo Santos [membro do júri]

07/01/2012 23:57:10

Luz: o inferno de cada um. sombrio, lúcido e verdadeiro.

Paulinho Saturnino Figueiredo [membro do júri]

06/01/2012 23:42:49

Luz: via-crucis rumo ao inferno da desesperança, logo ali, vizinha ao sombrio do céu. imagens propositalmente tremidas, quase borradas, como se para mergulhar no mundo do velho brueghel, pintor que se apossou da alma daquela gente das terras planas e do vento frio. os mosteiros tinham essa função de recolher e descartar os cacos da falência humana. lindo e trágico.

Pedro Tavares [membro do júri]

04/01/2012 20:47:24

Luz: belíssimo!

Adriana Franca [membro do júri]

03/01/2012 23:33:03

Luz: ela não teme e está ansiosa para ver a luz. com esta decisão tomada, seu caminhar decidido e cheio de vontade nos conduz ao seu desejo. o tom frio que permeia o filme está carregado de calorosa poesia. belo filme.

Marta Biavaschi [membro do júri]

03/01/2012 17:31:56

Luz: morte anunciada, tempo de espera. toda uma vida rumina no deslocamento ao lugar de origem, agora de fim da vida daquela mulher. filosofia e cinema conversam aqui, gosto desta conversa,

Renata Martins [membro do júri]

02/01/2012 21:17:38

Luz: bom argumento mas o fato da atriz não aparentar velhice nem sofrimento,não envolve.

Marcelo Bressanin [membro do júri]

02/01/2012 16:32:52

Luz: ainda vai longe? talvez. um filme frio demais para uma idéia tão terna, tão viva.

Cristiane Mesquita [membro do júri]

25/12/2011 22:52:51

Luz: ooops, digo, sobre a decisão de morrer

Cristiane Mesquita [membro do júri]

25/12/2011 22:46:56

Luz: belo e sensível ensaio sobre a lucidez e a determinação. chega a ser vital, tanta certeza sobre o desejo de morrer.

Sávio Leite [membro do júri]

25/12/2011 12:37:11

Luz: um filme austero que se equilibra entre a tensão e a incerteza. otima interpretação. o curta cria um aspecto dúbio quanto a verdadeira idade da personagem . é uma senhora idosa, mas ao mesmo tempo parece jovem e saudável. frio com só o inverno do norte da europa e a morte podem ser. a poesia sobresai no sofrimento.

Elisa Resende [membro do júri]

18/12/2011 15:57:26

Luz: uma mulher aparentemente saudável, forte e bela encerra-se em um monastério à espera da morte. por vezes, acontece de a vida terminar antes mesmo que se acabe.

Roberta Canuto [membro do júri]

17/12/2011 22:38:10

Luz: filme correto, bem dirigido, mas frio, nao me envolveu embora tenha um argumento absolutamente dramatico

Tête Tavares [membro do júri]

10/11/2011 16:22:58

Luz: algumas informações sobre o filme: - foi um dos 7 curtas selecionados para a quinzena dos realizadores do festival de cannes 2010; - li que é autobiográfico - a tia do diretor, sofrendo de uma doença incurável, teria ido para um monastério e recusado comer e beber até sua morte. apesar da história triste, o tom seco tanto da direção quanto da personagem principal nos afastam um pouco do que se passa ali - mas ainda não sei se considero isso uma qualidade ou um defeito da narrativa.

Nelio Ribeiro [membro do júri]

08/11/2011 16:01:05

Luz: otimo argumento. erro de casting. uma idosa (nem tanto...) sacudida desta não vai morrer tão cedo...rs atriz salva pela atuação do peixinho e do cachorro.

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