relocation

Pieter Geenen
23min20s | Bélgica | 2010 | Experimental

Compartilhar

Adicionar à lista

Cotação
Clique nas estrelas para avaliar o filme:
URL:
Embed:

Sinopse

Situado entre quatro países (Turquia, Irã, Azerbaijão e Armênia), o Monte Ararat é o símbolo mais importante da Armênia, cheio de significados mitológicos ? acredita-se ser o local onde estaria a Arca de Noé. Apesar de ter sido parte da Armênia, o Monte Ararat agora está localizado na Turquia. Desde 1920, após o genocídio armênio, demarcou-se esta fronteira. Os armênios só podem olhá-lo. O sol se levanta sobre o vale do Ararat, com as monumentais montanhas gêmeas atrás. Testemunhos de moradores, de ambos os lados da montanha, dialogam com a paisagem, como legendas de um filme.

Ficha técnica

direção Pieter Geenen
produção Pieter Geenen
edição Pieter Geenen
roteiro Pieter Geenen
música Pieter Geenen
elenco n/a

Sobre o diretor

Pieter Geenen

Pieter Geenen (1979) vive e trabalha em Bruxelas, na Bélgica. Na sua produção audiovisual ele questiona a paisagem como portadora de significado. Geenen está interessado na natureza sugestiva e evocativa da paisagem em diferentes realidades geopolíticas e sociais. Seu trabalho foi apresentado em diversos festivais e eventos como Rotterdam, Argos Centre for Art and Media (Bruxelas), MuHKA_media, New York Film Festival (EUA), Images Festival (Toronto, CA), EMAF (Alemanha), Rencontres Internationales Paris/Berlin/Madrid, e Bienal de Veneza (2009).

Veja outros

Hohenpeissenberg

Assista ao vídeo

relocation

Assista ao vídeo

Young Dracula

Assista ao vídeo

Breakfast Table

Assista ao vídeo

Bicycle

Assista ao vídeo

Comentários

João Dudená [membro do júri]

08/01/2012 22:21:33

relocation: comove. esse triste fato na história dos armênios não pode ser esquecida.

Lucas Bambozzi [membro do júri]

08/01/2012 20:32:14

relocation: como legendas de um filme, como uma sinopse tornada realidade.

Paulinho Saturnino Figueiredo [membro do júri]

08/01/2012 14:11:42

relocation: mais que ousado, atrevido. só no sétimo minuto o ruído de um tiro irrompe entre os pequenos ruídos de uma escuridão desconhecida. um quadro (em plano único) que se ilumina mágica e lentamente, enquanto legendas com referências políticas, geográficas e sociais excessivamente específicas tentam ornar com sentidos uma monotonia que parece sem fim, mais que contemplativa. bonito, mas cansativo.

Marcelo Ikeda [membro do júri]

08/01/2012 01:44:52

relocation: no cinema e nas artes visuais contemporâneas a paisagem ainda cumpre um importante papel. este curta se integra a essa pesquisa contemporânea com um olhar humano e sutil, baseado na dor e na distância. cinema de luzes e de penumbras. mas depois da noite, vem o sol.

Marcus Bastos [membro do júri]

07/01/2012 21:30:32

relocation: o filme é bom e fica melhor com a sinopse.

Gustavo Santos [membro do júri]

07/01/2012 01:43:49

relocation: diz muito com pouco. belo filme mas precisa ser contextualizado para aumentar sua força.

Patricia Moran [membro do júri]

05/01/2012 09:50:04

relocation: uma montanha, um monte, o monte ararat testemunha de dores. o vídeo não traz o problema. belo monte em time lapse. flashes de falas. convite para se conhecer um problema.

Elisa Resende [membro do júri]

28/12/2011 20:18:47

relocation: "este lado do rio estava com medo do outro lado do rio, assim como o outro lado tinha medo desse lado." um imagem solene. uma paisagem solene. uma história sangrenta. mesmo quando os homens se calam, está lá. em cada árvore, em cada rio, em cada montanha estão depositados séculos de memória.

Sávio Leite [membro do júri]

27/12/2011 10:02:02

relocation: o monte ararat é cercado de mistérios e simbologias. esse ano pude ter o prazer de apenas olhá-lo também como faz todos os armênios a partir de sua capital yerevan. o genocidio armênio é pouco falado aqui e raramente é falado lá. apesar de dar nome a um das principais ruas de yerevan o monte é sequer falado. voltando ao brasil puder ler o livro de memórias do embaixador americano henry morgenthau que estava em constantinopla (hoje istambul) no olho do furacao (1915/ 1918) quando os jovens turcos tomaram o poder e quiseram fazer o genocidio do povo armênio com requinte de barbaridades inomináveis. uma história que precisa ser mais comentada e nao escondida. toda forma de dominação é um abuso contra os direitos humanos e por isso esse filme tem uma grandiosidade que vai além das imagens.

Deixe seu comentário

Você precisa estar logado para postar comentários